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O Arena de Munique, o
bra de arte da engenharia Alemã, teve honras de abertura do Campeonato do Mundo de futebol, o maior espectáculo intercontinental só comparável com os jogos olímpicos.O "rei"Pelé figura incotornável do futebol foi uma das vedetas da cerimónia inaugural.
Vai ser e mês aliciante para os apreciadores do desporto rei e de um modo geral capaz proporcionar emoções, alegrias, tristezas e por certo algumas frustrações.
Trinta e duas equipas de outros tantos países, procuram a glória que
só um vai alcançar. O Brasil, como quase sempre acontece, parte como favorito destacado… mas até ao lavar dos ces
tos é vindima e é no campo que se tira a prova dos nove.
Portugal está lá pela segunda vez consecutiva, não é favorito embora possua três ou quatro dos melhores intérpretes do Mundo. Há que aguardar, ter confiança e exigir uma representação desportiva digna. Saltilho e Coreia-Japão não podem repetir-se.
Para já de futebol estamos conversados, importa referir a presença na Alemanha de quase todo o Planeta, o convívio de milhares de seres humanos de raças e credos
tão diferentes, para sentirmos que eventos desta natureza, já são vencedores à partida. Um país que há pouco mais de meio século protagonizou uma das maiores catástrofes do século XX, volta pela segunda vez a receber e conviver com cidadãos dos cinco continentes.
Deus permita que não me engane ao dizer que nestes trinta dias vamos ter um Mundo mais pacífico e fraterno, vamos deixar de ouvir e ver relatos de fome, intolerância e violência. Só por isso, abençoado seja o futebol.
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