FILHO DO MARÃO E VIZINHO DE TORGA

A bonita a e laboriosa localidade de Constantim em Vila Real de Trás-os-Montes, paredes-meias com o histórico santuário romano de Panóias, viu nascer a 31 de Outubro de 1979, Simão Pedro Fonseca Sabrosa.
Não foi preciso muito tempo, nem difícil adivinhar, que aquele rapazinho franzino tinha carradas de habilidade para o pontapé na bola e capacidade para altos voos. Na escola Diogo Cão estudou e alargou o seu prestígio futebolístico, chamando a atenção dos olheiros do grande Sporting de Lisboa. Pouco tempo depois, a melhor academia de formação de futebol portuguesa r
ecebia um diamante puro com muitos anos para ser lapidado. O crescimento no clube e nas selecções foi contínuo e progressivo, sem surpresa chegou a titularidade em Alvalade e na Selecção.
O está
dio do Bonfim serviu de palco e Israel o adversário da estreia de Simão Sabrosa na equipa principal portuguesa. O magnífico contributo do estreante Simão com apenas dezanove anos, foi decisivo para o triunfo por 2-0. De então para cá continua de pedra e cal nas escolhas para a Selecção Menos positivas foram as duas épocas ao servi
ço do colosso Barcelona. Inexperiência, juventude e sobretudo falta de apoio desportivo, contribuíram para o semi fracasso no clube catalão onde não é fácil o triunfo. São inúmeros os casos de inadaptação à cidade Condal e principalmente ao emblema azulgrana.
De regresso a Portugal, cometeu a enorme falha de não reconhecer a importância do Sporting na sua
formação humana e futebolística. Podia e devia tê-lo feito e descartar a passagem para o Benfica como mera consequência de quem é profissional. O Benfica ri-se de contente o agora capitão é de longe a melhor unidade do emblema da águia. Assiste, finaliza e assume tod
os os movimentos ofensivos da equipa. Aos 28 anos está no auge das suas capacidades. Tecnicamente quase perfeito, fisicamente mais resistente e robusto, melhorou naturalmente a leitura de jogo e conduta em campo.
Se a saída para o estrangeiro há muito anunciada se concretizar, Simão Sabrosa vai por certo confirmar que é um dos futebolistas mais completos do futebol europeu e que a saída para o Barcelona em 99, foi mais um precipitado erro de gestão dos responsáveis do Sporting.
ecebia um diamante puro com muitos anos para ser lapidado. O crescimento no clube e nas selecções foi contínuo e progressivo, sem surpresa chegou a titularidade em Alvalade e na Selecção.O está
dio do Bonfim serviu de palco e Israel o adversário da estreia de Simão Sabrosa na equipa principal portuguesa. O magnífico contributo do estreante Simão com apenas dezanove anos, foi decisivo para o triunfo por 2-0. De então para cá continua de pedra e cal nas escolhas para a Selecção Menos positivas foram as duas épocas ao servi
ço do colosso Barcelona. Inexperiência, juventude e sobretudo falta de apoio desportivo, contribuíram para o semi fracasso no clube catalão onde não é fácil o triunfo. São inúmeros os casos de inadaptação à cidade Condal e principalmente ao emblema azulgrana.De regresso a Portugal, cometeu a enorme falha de não reconhecer a importância do Sporting na sua
formação humana e futebolística. Podia e devia tê-lo feito e descartar a passagem para o Benfica como mera consequência de quem é profissional. O Benfica ri-se de contente o agora capitão é de longe a melhor unidade do emblema da águia. Assiste, finaliza e assume tod
os os movimentos ofensivos da equipa. Aos 28 anos está no auge das suas capacidades. Tecnicamente quase perfeito, fisicamente mais resistente e robusto, melhorou naturalmente a leitura de jogo e conduta em campo.Se a saída para o estrangeiro há muito anunciada se concretizar, Simão Sabrosa vai por certo confirmar que é um dos futebolistas mais completos do futebol europeu e que a saída para o Barcelona em 99, foi mais um precipitado erro de gestão dos responsáveis do Sporting.













