
Aproxima-se o final de mais uma edição da prova máxima da Europa em futebol de selecções. Para trás ficaram um manancial de emoções e frustrações para uns, afirmação, dever cumprido e aprendizagem para outros.
Num patamar poucos degraus mais acima, ficaram os italianos ainda campeões do Mundo. Donnadoni muito contestado, não me pareceu com ovos suficientes para fazer omeletas de qualidade. Gatuso e Pirlo impedidos por razões disciplinares de jogarem nos quartos de final com a Espanha, apressaram o regresso a casa da squadra azurra. Portugal, também não escapa
ao medíocre em termos de prestação desportiva. Com mais de meia equipa titular nas melhores formações de Mundo, só pode ter havido mau trabalho na preparação do colectivo.
O melhor lateral esquerdo português e titular na selecção de sub
21, joga no Roma, chama-se Antunes. Será que só quando tiver trinta anos é que vai merecer a entrada na selecção principal? Ricardo na baliza? Por amor de Deus, tal como na final de Lisboa diante dos gregos, voltou a estar ligado de forma gravosa à derrota frente à Alemanha. O dono da baliza de Espanha Ikar Casillas é guarda redes do Real Madrid campeão espanhol. O Ricardo nem titular indiscutível é no modesto Bétis de Sevilha. Como vêem há só uma pequena dife
rença.
Pela positiva com argumentos distintos, surgiram a Rússia duas vezes goleada pela Espanha mostrou bom futebol de ataque e dois ou três elementos de futuro promissor. A Croácia e a Turquia dois gigantes na discussão dos resultados, mentalmente muito bem preparadas protagonizaram excelentes nacos de emoção. Também pela positiva, naturalmente os finalistas a Espanha e a Alemanha. Dois estilos de jogo diferentes, prometem um excelente encerramento.
Sem comentários:
Enviar um comentário