MAIS… DO MESMO.

Novo ano, nova década e não consigo vislumbrar qualquer mudança para melhor no comportamento dos portugueses. Pode dizer-se que por cá, é mais… do mesmo.
Começo pela politica que é como quem diz por aqueles a quem confiamos as rédeas do nosso dia-a-dia e futuro. Prossegue o lavar de roupa suja, a sobreposição dos interesses partidários e ideológicos ao bem do país e necessidades dos cidadãos. Caminhamos a passos largos para uma profunda crise económica, de consequências incalculáveis. Nem as condições de vida infra -humanas de milhares de portugueses, as situações de pobreza extrema, a fome o desemprego o aumento da criminalidade, fazem esses senhores políticos mudar de ideias, comp
ortamentos e de uma vez por todas pensarem no bem-estar dos portugueses . Estamos cada vez mais social e geograficamente na cauda da Europa.
No desporto, particularmente no futebol, que é a razão principal deste apontamento, continua pois claro, mais… do mesmo. Os clubes perto doa ruptura financeira no limite do endividamento, são na sua maioria orientados, por oportunistas à procura do imediatismo e mediatismo, ostracizando a criação de estruturas, que possibilitem um futuro sustentado e tranquilo às colectividades. Pactuam com a aquisição de futebolistas em quantidade sem olhar à qualidade, para resolver situações em que por vezes a solução esta dentro de portas. Fazem formação para quê? Jovens promessas com anos de formação moral e desportiva, são preteridos por um qualquer perna de pau, chegado não sei de onde, pela mão de empresários cada vez mais sem escrúpulos.
Por tudo isto, não há empatia entre as quatro linhas e as bancadas, a qualidade do futebol que se joga d
entro portas baixa a cada época que passa e o número de espectadores diminui drasticamente. O nosso futebol outra vez na maior montra mundial, tem mais de noventa por cento das suas principais figuras, a jogarem em outros campeonatos.
Naturalmente que já ninguém tem “pachorra” para ouvir, em cada ronda do calendário discutir casos, falar de suspeitas, e rematar os assuntos com o estafado provincianismo, Norte -Sul. Isto tudo, tem naturalmente a ver com "o sem lei nem roque" da arbitragem, acusada por todos e até por quem a dirige, de incompetente e mais grave ainda, de julgarem de forma parcial .Quando matérias disciplinares imputadas a profissionais que representam verbas en
ormíssimas às suas entidades patronais, demoram meses a analisar e a decidir, … estamos conversados.
Meus senhores, dediquem-se a outras funções, a agricultura agradecia o vosso contributo, (cabedal).
Mais do mesmo, por motivos completamente diferentes, são os que ”o velho” Manuel José nos proporciona, agora à frente da selecção de Angola. Depois do enorme sucesso no Al Ahly do Egipto, o meu
amigo “Manel” dá cartas na selecção de Angola. Foi primeiro no grupo A ,em confronto com a Argélia, o Mali e o Malawi, está nos quartos de final da CAN e vai medir forças com o Gana. Por pouco, ia defrontar o Burkina Faso, orientado pelo seu ex. jogador Paulo Duarte. Aos dois parabéns e como diz a sabedoria popular: De todo, em Portugal, “santos da casa não fazem milagres”.
Começo pela politica que é como quem diz por aqueles a quem confiamos as rédeas do nosso dia-a-dia e futuro. Prossegue o lavar de roupa suja, a sobreposição dos interesses partidários e ideológicos ao bem do país e necessidades dos cidadãos. Caminhamos a passos largos para uma profunda crise económica, de consequências incalculáveis. Nem as condições de vida infra -humanas de milhares de portugueses, as situações de pobreza extrema, a fome o desemprego o aumento da criminalidade, fazem esses senhores políticos mudar de ideias, comp
ortamentos e de uma vez por todas pensarem no bem-estar dos portugueses . Estamos cada vez mais social e geograficamente na cauda da Europa.No desporto, particularmente no futebol, que é a razão principal deste apontamento, continua pois claro, mais… do mesmo. Os clubes perto doa ruptura financeira no limite do endividamento, são na sua maioria orientados, por oportunistas à procura do imediatismo e mediatismo, ostracizando a criação de estruturas, que possibilitem um futuro sustentado e tranquilo às colectividades. Pactuam com a aquisição de futebolistas em quantidade sem olhar à qualidade, para resolver situações em que por vezes a solução esta dentro de portas. Fazem formação para quê? Jovens promessas com anos de formação moral e desportiva, são preteridos por um qualquer perna de pau, chegado não sei de onde, pela mão de empresários cada vez mais sem escrúpulos.
Por tudo isto, não há empatia entre as quatro linhas e as bancadas, a qualidade do futebol que se joga d
entro portas baixa a cada época que passa e o número de espectadores diminui drasticamente. O nosso futebol outra vez na maior montra mundial, tem mais de noventa por cento das suas principais figuras, a jogarem em outros campeonatos.Naturalmente que já ninguém tem “pachorra” para ouvir, em cada ronda do calendário discutir casos, falar de suspeitas, e rematar os assuntos com o estafado provincianismo, Norte -Sul. Isto tudo, tem naturalmente a ver com "o sem lei nem roque" da arbitragem, acusada por todos e até por quem a dirige, de incompetente e mais grave ainda, de julgarem de forma parcial .Quando matérias disciplinares imputadas a profissionais que representam verbas en
ormíssimas às suas entidades patronais, demoram meses a analisar e a decidir, … estamos conversados.Meus senhores, dediquem-se a outras funções, a agricultura agradecia o vosso contributo, (cabedal).
Mais do mesmo, por motivos completamente diferentes, são os que ”o velho” Manuel José nos proporciona, agora à frente da selecção de Angola. Depois do enorme sucesso no Al Ahly do Egipto, o meu
amigo “Manel” dá cartas na selecção de Angola. Foi primeiro no grupo A ,em confronto com a Argélia, o Mali e o Malawi, está nos quartos de final da CAN e vai medir forças com o Gana. Por pouco, ia defrontar o Burkina Faso, orientado pelo seu ex. jogador Paulo Duarte. Aos dois parabéns e como diz a sabedoria popular: De todo, em Portugal, “santos da casa não fazem milagres”.
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