Começa a ser maçador trazer ao meu blog, histórias ou casos de guarda – redes. Certo é que, não podia deixar passar em claro a situação de Vítor Baía, de novo suplente no Futebol Clube do Porto.
Vou ser parco em palavras na minha observação, a
pesar do assunto merecer análises e considerações mais profundas.
ncem a matéria de foro pessoal. O caso vertente, é que me parece passível de psiquiatria. Começamos pelo afastamento de Baía frente à Naval num jogo em que o internacional portista cumpria junto do seu público, a bonita soma de 400 jogos no campeonato. Foi uma decisão inoportuna e injusta até porque não foram conhecidos motivos disciplinares ou desportivos. Agora, retira-lhe de novo a titularidade depois de ter sido considerado por toda a imprensa e até pelo próprio Adriaanse, o herói na passagem dos azuis e brancos à final da Taça diante do Sporting. Há de facto decisões e opções que não dão para entender.
ua a não estar em causa o valor de Helton, um excelente guarda-redes com um passado de Campeão do Mundo de Sub 21 pelo Brasil e um futuro brilhante. Contesta-se isso sim, as alterações perfeitamente absurdas de jogo para jogo e o esquecimento a que são votados alguns jogadores de reconhecido valor. Se isto não é dividir o balneário, minar o espírito de grupo e divorciar uma massa adepta ímpar no apoio à equipa, vou ali e já volto.
O Porto muito aquém daquilo que sabe e principalmente pode. Vai cumprindo os mínimos, mas o vulcão do mal-estar e da contestação estão lá no estádio do Dragão. Oxalá não entre em erupção ainda esta época.
quarta-feira, março 29, 2006
De Novo os Guarda-Redes
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