O futebol português esteve bem representado na última ronda do futebol europeu. A nível d
e clubes o Benfica bateu o Campeão Europeu Liverpool e em termos individuais tivemos treinadores e jogadores com grande protagonismo, a não deixarem créditos por pés alheios. Desde logo no primeiro jogo do duelo mais apetecido o Chelsea-Barcelona. A equipa técnica dos ingleses é toda made in Portugal, com José Mourinho à cabeça, em campo estiveram Ricardo Carvalho e Paulo Ferreira. Os azuis de Londres perderam por 2-1, mas os futebolistas portugueses foram enormes. Maniche, talvez pelo facto de o Chelsea ter jogado desde o último quarto de hora da primeira parte com dez elementos, devido à expulsão de Del Horno (duas cargas feias sobre o prodígio arg
entino Messi), não saiu do banco. No lado oposto a brilhar a grande altura esteve o Mágico. Deco é cada vez mais, o patrão a tempo inteiro do Barcelona, porque o Ronaldinho por vezes apaga-se.
No Arena de Amesterdão vi o Ajax-Inter de Milão do nosso Luis Figo. O Clube mais prestigiado da Holanda so
b o comando da velha glória Blind, está a formar uma excelente equipa. É jovem, atrevida e muito tecnicista, faz lembrar o Ajax de Johan Cruyff dos anos 70, ao intervalo vencia com todo o mérito por 2-0. Foi preciso Figo puxar dos galões e comandar o conjunto italiano para a igualdade. Dois jogos de altíssimo nível vistos em todo o Mundo e em que estiveram envolvidos cinco internacionais portugueses que por certo, o próximo Mundial de Futebol na Alemanha os vai projectar ainda mais. Em futebol, para além de exportarmos matéria-prima de alta qualidade e competência, ombreamos sem complexos com os melhores. Que bom que era, verificarmos o mesmo em outras áreas.
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